8 de setembro de 2021

Como organizar as finanças depois de perder o emprego

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Em tempos de crise, muitas pessoas estão tendo que lidar com uma dura realidade: a perda do emprego. Ficar desempregado não é uma boa notícia para receber nunca, mas pode ser ainda mais complicado numa época de alta de preços. Caso isso tenha acontecido com você e você esteja com medo do dinheiro que sobrou não dar pra se sustentar até encontrar uma nova ocupação, nós reunimos aqui algumas dicas para que você organize as finanças para se sentir mais confortável durante esse período desempregado 

Faça as contas de quanto dinheiro sobrou: 

A primeira coisa a fazer é organizar as finanças e entender quanto dinheiro sobrou e quanto você poderá gastar por mês até encontrar um novo emprego. Caso você tenha tido direito ao acerto e ao seguro desemprego, por exemplo, você pode usar o dinheiro do seguro para as despesas mensais e alguma parte do acerto para saldar algumas dívidas que tenham ficado para que você não corra o risco de ter que pagar juros durante o tempo desempregado por ter deixado alguma conta em aberto. Se você for um trabalhador informal, as coisas podem ser um pouco mais complicadas. Caso você não tenha direito a acerto ou seguro desemprego, veja quanto dinheiro você tem guardado e organize-se de um modo a usar uma quantia para as despesas básicas como comida e as contas da casa, mas sem comprometer toda a sua reserva – se isso for possível. 

Renegocie suas contas: 

Boa parte das empresas prefere receber em parcelas menores do que deixar de receber. Nesse caso, se você perceber que não terá como honrar algumas contas como cartão de crédito, crediário, parcela do apartamento, aluguel, entre outros, entre em contato com a empresa responsável por aquela despesa e tente renegociar o pagamento durante o período que você estiver desempregado. Esse costuma ser um procedimento fácil, mas que pode aliviar bastante o orçamento no fim do mês. 

Não gaste com supérfluos: 

É hora de cortar os gastos. Depois de perder o emprego, o melhor a se fazer é tentar ao máximo só gastar com aquilo que é realmente essencial: as contas da casa, comida, despesas com educação dos filhos, entre outros. Além disso, é importante economizar. Por mais que haja a esperança de conseguir um emprego logo, com as coisas instáveis essa pode não ser a realidade. Durante o período sem emprego, é prudente que você corte os gastos e economize o máximo possível para ter uma reserva de dinheiro para conseguir passar um tempo sem passar dificuldades sérias com dinheiro. 

Considere empréstimos em baixos valores: 

Caso tudo aperte demais e falte dinheiro, é possível pensar em um empréstimo. Mas tome cuidado: nada de pegar um dinheiro alto de uma vez em um período no qual você não sabe se terá mesmo como pagar. Caso seja realmente necessário, pegue um empréstimo em um valor baixo e em condições que você saiba que serão possíveis de honrar mesmo durante o período sem emprego. 

Se mesmo com ajustes no orçamento o dinheiro ainda está pouco, o empréstimo é uma opção a ser considerada. Empresas como a Limite na Hora, por exemplo, liberam o dinheiro fácil, com apenas seus dados e cartão de crédito com limite disponível e o melhor – sem necessidade de ter o nome limpo!  

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